Como escolher um curso de idiomas – parte 4

Professores nativos

Nativos são excelentes para quem busca treinar conversação. Eles trazem informações regionais que são de extrema valia, além de aplicar o conteúdo que é utilizado de fato, no dia a dia. Contudo, são necessários alguns cuidados.

Assim como nem todo brasileiro fala corretamente o português, nem todo nativo conhece bem o próprio idioma. É comum encontrar professores brasileiros que conhecem melhor a norma culta da língua estrangeira do que alguns nativos.

Cuide também com o regionalismo exagerado. É natural que professores nativos evidenciem o sotaque e gírias de seu local natal, mas isso pode virar um problema quando é transmitido como a única forma possível ou a forma correta. No espanhol, por exemplo, existem inúmeras diferenças de pronúncia e vocabulário. Afinal são mais de 20 países que falam o idioma, cada um com sua cultura.

Professores brasileiros conhecem nossas dificuldades de aprendizado e conseguem criar novas explicações e conexões com o nosso modo de pensar e nossa gramática. Portanto, se busca apenas treinar sua conversação, professores nativos são uma boa opção. Caso contrário, prefira os professores brasileiros.

Imersão

Nesta modalidade de curso, um grupo de alunos fica isolado em um hotel, casa ou chácara, durante algumas horas ou até dias, onde é proibido falar português. O aluno passará o período como se estivesse em solo estrangeiro. Irá aprender a comunicar-se em várias situações, sociais como um almoço, uma conversa telefônica, entrevistas de emprego, entre outras ocasiões, tudo no idioma de interesse.

As imersões são uma forma diferente de aprendizado e fixação que atraem cada vez mais pessoas. São interessantes para alunos de todos os níveis. Porém, é mais caro e exige que a pessoa se ausente de suas atividades diárias durante um período.

Leio também “Como escolher um curso de idiomas – Parte 3”

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